segunda-feira, 1 de julho de 2013

"Ao Cheiro das Águas"



"Ao Cheiro das Águas"




Ainda que haja aridez, a mais profunda, a mais causticante, haverá água.
A água submersa, mas que será capaz de fazer emergir um ser vivo e, este, 
trará a mais completa renovação porque manifestará a capacidade criativa mesmo em situações 
TOTALMENTE INÓSPITAS!

Esperança


Não é a última que morre
é 
a que evita a morte...
vivem os sonhos, a magia, a ternura...
e
a esperança os renova diariamente.



domingo, 30 de junho de 2013

Tempoooooooooooooooooo

por Mariane Almeida (Notas) em Sexta, 20 de janeiro de 2012 às 22:26
Ver o tempo passar é como empreender uma maratona infinita, quanto mais se corre, mais  o alvo se distancia.
O tempo pode ser o melhor conselheiro, mas muitas vezes é o maior algoz. Conselheiro porque contempla o passado e aprende com ele; algoz porque nunca se sabe quais castigos ainda serão impingidos como recompensa pelos erros...
Quisera poder contorná-lo. Impossível, ele é senhor absoluto, ninguém lhe é imune. Se oro para que passe, apenas me iludo pois no instante seguinte já me deparo com ele, se peço que fique, ele não se domina. Sua arte consiste em conduzir; é água corrente que cumpre sua trajetória.
A medida sábia é conviver com ele e entendê-lo como aliado, do contrário, só desilusão!

Força

Força!

por Mariane Almeida (Notas) em Domingo, 5 de agosto de 2012 às 10:35
De onde vem essa impetuosidade que nos faz levantar quando o espírito está abatido? De onde vem essa vontade de acreditar no futuro quando o presente é tão inóspito? De onde vem a esperança quando tudo pelo que se esperou comprovadamente não chegará? De onde vem essa dor insistente que se tornou companheira e é tão pouco amigável? De onde vem essa vontade de viver...quando, em muitos momentos, desejamos morrer?
A fé, diz a bíblia, é o antídoto para todos os males. As vezes está fraquiiiiiiiiiinha, mas ainda assim é funcional.
Como diz a música: "eu tenho a minha dor...", cada um tem a sua.
Importa apenas que creiamos que há um Deus que nos sustenta em meio a qualquer tempestade e nos faz andar por sobre as águas.

Deus é o nosso farol!!!

sábado, 29 de junho de 2013

Mulher de quase cinquenta

por Mariane Almeida (Notas) em Domingo, 29 de janeiro de 2012 às 15:45
Mulher...sobretudo arte!


Não sou tão talentosa quanto Balzac que escreveu "Mulher de 30", mas vou arriscar alguns palpites quanto a mulher de depois dos quarenta e antes dos cinquenta.
Pensem numa fase difícil; as experiências contribuem positivamente para os acertos do futuro, contudo, há uma grande cota de nostalgia rondando sua cabeça. Sabe aquelas expectativas nas quais vc quer reproduzir o tempo passado e vc sabe que não pode? É mais ou menos isso, viver o futuro com olhos no passado.
São tantas coisas boas que vc experenciou que gostaria de repetí-las, mas já se foram, faz tempo.
E a incerteza de que talvez amanhã já não esteja aqui? E aqueles projetos inacabados? Parece mesmo que o tempo reduziu, será que o dia já não tem mais 24h? Aiiiiiiiiiiiiiiii é muita insegurança.
Dar conselhos? Vc é a própria enciclopédia, mas e pra vc, eles servem? Na maioria das vezes não.
E aquela frase? "no meu tempo..." Que tempo? O tempo é contínuo, vc continua vivendo, ele tá ali e não mudou; Ah! Sim, os costumes mudaram é verdade. Mas os valores morais ainda existem muito semelhantes a outrora, sera? Talvez um pouco exóticos, só pra assumir a cara da nova geração, mas não tão diferentes assim, é só observar: as mulheres continuam querendo ser amadas; os homens continuam desfrutando com as "gostosas" que "não são pra casar" e casando-se com as que inspiram segurança, de que? De que não serão traídos, é claro; continuam sofrendo se a mulher ganha mais; continuam achando que a última palavra deve ser a sua; as mulheres continuam ficando lindas pra eles e sofrendo muiiiiiiiito se não percebem que tiraram um centímetro do cabelo; Não! O tempo não mudou, nós, dessa nova fase, deveríamos estar dando show de vivência, mas estamos mesmo é ficando neuróticas prq não resolvemos bem o passado e por isso não conseguimos viver bem o futuro!

quinta-feira, 27 de junho de 2013

O povo brasileiro acordou!


Olha ai gente que nos visita, temos um país maravilhoso, de dimensões continentais e uma população enorme. 
Temos belezas naturais, um povo alegre e otimista a despeito de ser sofrido. Amargamos durante muitos governos administrações desastrosas voltadas para sucatear o país ou manter o povo anestesiado por concessões imediatistas.
Nosso povo é alegre, porém não é bobo. 
Nosso povo é otimista, porém não é utópico.
Nosso povo é flexível, porém não é fantoche.
Vimos nesses últimos dias uma reação genuína e empolgante de um povo que sabe amar. Ama as pessoas; o solo; seus símbolos nacionais; o futebol; o frevo; o samba; a gastronomia; ama viver!
Esse povo quer qualidade de vida, quer respeito, quer governar democraticamente, quer justiça, quer dignidade, quer ser cidadão, não apenas no momento de votar, quer exercer sua cidadania. Esse povo é brasileiro e tem orgulho de sua bandeira e seu hino, contudo, não está satisfeito e por isso grita, grita alto!




Quero escrever o borrão vermelho de sangue
com as gotas e coágulos pingando
de dentro para dentro.
Quero escrever amarelo-ouro
com raios de translucidez.
Que não me entendam
pouco-se-me-dá.
Nada tenho a perder.
Jogo tudo na violência
que sempre me povoou,
o grito áspero e agudo e prolongado,
o grito que eu,

por falso respeito humano,
não dei.
Mas aqui vai o meu berro
me rasgando as profundas entranhas
de onde brota o estertor ambicionado.
Quero abarcar o mundo
com o terremoto causado pelo grito.
O clímax de minha vida será a morte.
Quero escrever noções
sem o uso abusivo da palavra.
Só me resta ficar nua:
nada tenho mais a perder.
Texto extraído do http://blogdospoetas.com.br - acesso em 27.06.2013/Clarice Lispector.

A Varanda.

por Mariane Almeida (Notas) em Sexta, 17 de Junho de 2011 às 21:01
Esse é o parâmetro de amor que reconheço como válido. Amor liberdade: quatro pilastras e um teto.

É tudo que um amor verdadeiro pode oferecer, a escolha: fique ou vá.
Não há portas, não há fechaduras, não há paredes. Há intempéries, regaço e cansaço,  alegrias
e dores, certeza agora e talvez depois, sucesso e fracasso, saúde e doença.
Todas as contradições são possíveis. 
Há horizontes, sem gaiolas e há pássaros livres, o ninho será feito onde for mais aprazível.
Pássaro feliz é o que não desaprende a voar!