quinta-feira, 4 de julho de 2013

A Revolta do Ipê

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Um Ipê Amarelo foi cortado e seu tronco
foi transformado em um poste.
Após o poste ser fincado na rua,
foram instalados os fios da rede elétrica.
Eis que a árvore se rebela contra a maldade
humana e resolve não morrer.
Mas a reação foi pacífica, bela e cheia de amor.
Rebrotou e encheu-se de flores.
Assim é a natureza...vencedora !


Porto Velho - Rondônia - Brasil
"O que é impossível aos homens é possível a Deus" (Lucas 18:27)

DVD Geraldo Azevedo - Dia Branco

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Flores para lembrar




Lembranças

por Mariane Almeida (Notas) em Sexta, 22 de julho de 2011 às 22:29
Há lembranças tristes, mas também as felizes!
Em todas há aprendizado e crescimento. Crescemos ao ver que temos capacidade de superação.
Crescemos quando podemos sentir o carinho a nós dispensado.
É bem verdade que todas as situações têm sua função; umas funcionam como bálsamos, outras como força motriz.
As lembranças não nos são tiradas para que nos sirvam de referencial, uma espécie de bússola.
Há sempre tempo de fazer diferente, ainda que nos seja custoso.
Deus nos concedeu duas dádivas imprescindíveis: as lembranças e a capacidade de perdoar.
As lembranças para não esquecermos nossa fragilidade e o perdão para que possamos nos dar uma nova chance!



Onde está o essencial?

Ser é perene, ter é efêmero!


O que é ser belo? ter cabelos sedosos e joviais? Um corpo malhado, esbelto, barriga de tanquinho? Curvas sinuosas? Dentes brancos e polidos? Características que agradam até aos que foram privados da visão física.  
Se pensarmos no que é o ser humano, poderemos contemplá-lo em todas as dimensões: alma, corpo e espírito. 
Todas as características citadas são componentes do aspecto corpo, não preenchem as outras dimensões, há uma grande lacuna. 
Constatamos pessoas que são apenas a carapaça, perderam sua essência, sua alma, nos devaneios de manter um corpo malhado. Talvez acreditem que isso lhes dará satisfação plena e que poderão prescindir dos valores que o tempo não corrói. 
A saúde deve ser preservada, ainda que precisemos estabelecer rituais de exercícios físicos, contudo, esses, não devem ser o centro da vida, pois fatalmente serão negligenciados aspectos ontológicos. 
O homem do século XXI, desaprendeu a coordenar atividades, tende a focar uma em detrimento da outra. 
Precisamos romper com esse estigma: amemos a beleza da alma, do espírito e porque não, do corpo? Entretando não devemos esquecer a ordem de prioridades; cumprir etapas que podem ser simultâneas ou não, depende apenas do ritmo dado à existência e do objetivo proposto. 
Os olhos se comprazem com uma bela estética e não há nenhum mal nisso, desde que saibamos o tênue limite existente entre o ser e o ter.
ser é  essencial.
ter é efêmero.

Música Popular Brasileira

AMO A MÙSICA POPULAR BRASILEIRA

por Mariane Almeida (Notas) em Sexta, 3 de Junho de 2011 às 14:31
É um deleite para o espírito desfrutar de tanto talento. Sempre que vou selecionar algumas para expor em algum local, esbarro na maior indecisão. São lindas e sensíveis. Para cada tema há uma infinidade de composições e intérpretes do maior gabarito. Tenho um carinho especial por Chico Buarque, mas não consigo deixar de ouvir Nana Cayme, Maria Betânia, Gal Costa, Nara Leão,Zizi possi, Ana Carolina, Zélia Duncan, Maria Gadu, a inesquecível Cassia Eller, a não menos, Elis Regina, e os cantores masculinos? o que dizer de Djavan, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Toquinho, Vinícios, Paulo Diniz, Milton Nascimento...ah! São tantos e todos maravilhosos, que gostaria de fazer-lhes tributo nominal, mas não consigo. Perdoem-me os não nominados, estão incluídos tacitamente. Nós brasileiros somos privilegiados por tanta riqueza. Enfatizo essa espécie musical por vê-la impreguinada de bom senso e sensibilidade diante de qualquer tema, por mais controvertido e medíocre que seja. Viva a nossa música! Que viva a rainha!!!




Tudo Novo - Viva Narciso!

Deparei-me a algumas semanas com uma situação totalmente inusitada, mais ou menos do tipo em que vc pode empregar o ditado: "atirei no que vi e acertei no que não vi". 

Foi bem assim, vi uma postagem no fac de um amigo, que muito me chamou a atenção basicamente pela forma, pois não havia dados maiores a serem observados; tudo imagético, não havia sequer uma palavra-texto, apenas uma imagem bonita. Através dela comecei a refletir sobre o quão somos aficcionados em nossos objetivos e por isso, muitas vezes, nos descuidamos de nós mesmos. 
Percebi que havia descuidado de mim, que havia durante anos, adquirido uma postura operária; trabalho e estudo, estudo e trabalho. E a mulher? onde estava? 
Dediquei-me a dar resultados, conquistar "um lugar ao sol", mas e meus sonhos de mulher? A estética,  a vaidade, a libido, a sensualidade, enfim, a feminilidade; onde estavam todos esses atributos tão essenciais a natureza de uma mulher? 
Veio a constatação: estava todo esse tempo vivendo como se mulher não fosse. Reprimi tudo o que socialmente aprendi ser característica de fraqueza para revestir-me da armadura da mulher forte. 
Hoje louvo a Deus por esse enfrentamento e agradeço ao autor do post que, em um momento narcísico, me fez acordar para a vida e perceber-me mulher. 
Não abandonarei nenhum projeto, mas a partir de então, redistribuirei o tempo para olhar no espelho, contemplar minha imagem até atingir o grau de contentamento que mereço. Quero reocupar o espaço que outrora possui, o  da mulher fagueira e bela, em detrimento da mulher operária e só.







França/Domínio


A pretensão universalista da França

por Mariane Almeida (Notas) em Sexta, 12 de agosto de 2011 às 00:05
Deveria escrever uma crítica ao artigo XVI da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão de 1789, não consegui fazê-la da forma solicitada. Não atentei para o caráter de universalidade com o qual estava impregnado o artigo em análise. Fui alertada pelo professor sobre o enfoque que ele esperava, então, lembrei-me do Tratado de Tordesilhas, em que a França já demonstrava sua pretensão de se impor ao mundo.
Por ocasião desse tratado, o rei Françês instituiu uma divisão territorial totalmente favorável a sua nação; obteve das outras nações a indignação expressa pela seguinte frase: seria Deus o rei françês que detivesse em suas mãos o mapa da terra?
O artigo XVI da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, possui em seu texto uma afirmação semelhante àquela pretensão de outrora, ei-lo:" A sociedade em que não esteja assegurada a garantia dos direitos, nem estabelecida a separação dos poderes NÃO tem constituição".
Poderíamos hoje, enquanto nação soberana fazer o mesmo questionamento; seriam os legisladores franceses deuses?
de quem receberam a outorga para que determinassem o que seria ou não constituição?
A constituição é o conjunto de normas que organiza a estrutura do poder político do Estado e sua aplicação. Cada nação por sua soberania, deve estabelecer aquilo que atenda aos interesses de seu povo, sem sofrer interferências externas em sua elaboração. 
Diz o princípio constitucional da carta magna brasileira de 1988 em seu art. 4º, IV:
A República Federativa do Brasil rege-se nas suas relações internacionais pelos seguintes princípios:
IV - Não intervenção.
Logo, tal declaração francesa em seu artigo XVI, contraria o sentido de soberania estatal.
O universalismo françês é letra morta e voz inaudível para as nações.
Embora concorde que a França se mostrou tendenciosamente universalista e, históricamente isso é uma constante em sua tragetória, devo em algum aspecto concordar com ela em sua afirmação. Não é em tudo rejeitável tal concepção pois, dentro do conceito de constitucionalismo contemporâneo veremos autores renomados como Canotilho concordando com um núcleo essencial nas constituições:
Para o constitucionalista Canotilho, o princípio da separação dos Poderes estatais “como forma e limite de poder (separação de poderes e balanço de poderes) assegura uma medida jurídica ao poder do Estado e, conseqüentemente, serve para garantir e proteger a esfera jurídico-subjectiva dos indivíduos”.32 Ainda de acordo com o referido autor, o princípio da separação de poderes possui duas dimensões complementares: uma sendo a anteriormente referida e a outra, “a separação como constitucionalização, ordenação e organização do poder do Estado tendente a decisões funcionalmente eficazes e materialmente justas”. Extraído de www.tex.pro.br, acesso em 13.08.2011".
Essas são reflexões oriundas de aulas, leituras paralelas e conversas informais com amigos; como Wagner Lemos.