quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Tá no pacote, fazer o quê?






Bom diaaaaaaaaa!
Estava passeando agora pelo perfil do facebook e me deparei com o seguinte post:: ...apaixonar-se pelas qualidades é fácil, quero ver se apaixonar pelos defeitos...
Alguém consegue imaginar a possibilidade de encantar-se com alguém pelos seus defeitos? Gente imaginem comigo a cena:
_____ Oi João, vc pode nos dizer o que o encantou em Maria?
_____ Maria é uma pessoa extremamente mal humorada, sabe chata? Olha não resisti. É encantador vê-la reclamando o tempo todo...
Seria no mínimo estranho, né não?
Sabemos que defeitos são inerentes a todos e possuem uma função: mostrar-nos que não somos perfeitos.
Nos apaixonamos pelas qualidades e dai passamos a amar a pessoa do jeito que é, com seus defeitos.
Mas fazer apologia ao encantamento pelos tais defeitos, é um pouco hilário.


quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Estatística






Estatísticas???
Pra que servem as estatísticas? Para comparar valores? Confirmar teses?
Qual a função social de estatísticas nas relações interpessoais?
A resposta será aquela que atenda ao interesse individual de cada um.
Pra mim, depende da situação e do objeto em observação.
Provavelmente não as usaria para enfatizar qualidades pessoais e preferências específicas, pois que contribuição isso traria? Nenhuma, quando muito, serviria apenas para acirrar ânimos e causar desconforto.
Lógico, tudo depende do contexto em que colocado e muitas vezes vale mais a habilidade que os atributos.
Todavia, tenho comigo que determinados padrões de medida encaixam-se bem a interesses coletivos e raramente em situações particulares, sob pena de causar constrangimento.
Parâmetros como: Atração e repulsão, feio e bonito, magro e gordo, alto e baixo, etc, terão sentido quando enquadrados em estatísticas que atendam a um interesse coletivo do qual resulte benefício comum. Ao contrário, se servirem apenas para massagear egos, enaltecer as qualidades físicas ou ainda, colocar em evidência aspectos psicológicos subjetivos,em nada contribuirão e será uma envergadura tão inútil quanto reprovável.
Bom será quando adquirirmos a habilidade de colocar os pontos nos "ís", sem que necessáriamente subtraiamos valor aos pontos ou aos ís.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Vidas



Vida
Vida
   

Vida


Alguém disse que todos deveriam escrever um livro, plantar uma árvore e ter um filho ao longo de sua vida.
Se pararmos pra refletir essa frase veremos que é tautológica, na verdade é a mesma coisa dita de três formas diferentes.
Se conseguirmos escrever um livro estaremos gerando vida; se conseguirmos plantar uma árvore estaremos gerando vida, da mesma forma se conseguirmos ter um filho estaremos gerando vida.
Escrever nada mais é que dar vida a sonhos, ideias, é trazer ao mundo um universo particular. Sim, escrever é dar vida a algo inanimado, preso ao mundo das ideias.
Plantar uma árvore é permitir que a energia represada se propague pela natureza e dê frutos.
Ter um filho é a materialização da vida. Com certeza são ações diferentes que têm o mesmo propósito: gerar vida!

Encontro importante

Solidão é um momento importante e necessário, aquele em que tudo a seu redor fica exponencialmente maior, até as dores, é um encontro consigo mesmo. É o momento de refletir seus valores, sua ética, sua motivação, enfim, seu eu.
É um momento a ser valorizado, é o banimento involuntário do intruso. É o momento de encarar as fraquezas, avaliar a energia restante, traçar estratégias, é um momento especial porque propicia o recolhimento, sair das luzes para sua intimidade. 
Solidão não é maldição, é benção. Somos importantes pra nós mesmos e precisamos tomar consciência disso e, só o faremos, se nos permitirmos ficar a sós.
Então gente, abaixo a depressão e uma amigável solidão pra você também!



segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Seja Feliz | Marisa Monte | 2011



No fundo o que importa é o que interessa!


Sutil diferença




O Belo


Acho que há diferença entre o conceito de belo e  lindo.
Belo é algo que contemplamos à distância, intangível, vive no mundo da abstração.
Lindo é algo palpável, manipulável, faz parte do mundo concreto.
Há uma certa reverência quando alguém classifica um ser animado ou inanimado como belo; quando alguém se expressa dizendo ser lindo o objeto ou a pessoa, imprime uma certa proximidade, uma certa intimidade.
Concluo que alguém belo é alguém distante do observador e alguém lindo é alguém próximo do observador.
A proximidade a que me refiro não necessariamente precisa ser física, há outros vínculos possíveis de aproximar pessoas. Entretanto, quanto ao observador da arte, há sempre um temor reverencial permeando a relação.

domingo, 4 de agosto de 2013

Paixão

Adoro essas imagens sem cor e um único item colorido, quem as criou não sei, mas com certeza era alguém que sabia que as emoções são assim: uma pincelada de tinta em ambiênte cinzento.
É assim a paixão, dá o tom de vivacidade a algo que está opaco, apagado, sem cor.
Acho que sem paixão a pessoa morre um pouco todo dia.
A paixão é o combustível que alimenta a alma.
Que nos apaixonemos diariamente pelas pessoas, pela vida!