terça-feira, 10 de setembro de 2013

Essa é uma contribuição generosa do escritor Agassiz, que veio para abrilhantar o blog.

Trezentas e vinte e cinco palavras bem contadas

                 O meio de um sítio, seja no tempo ou espaço, há de ser sempre bom começo para uma boa estória. Destarte, calhou no meio de uma conversa, entre a sopa e a maçã, a seguinte questão: por que Mané? Simples, José! O que têm em comum a potranca e o burrico? Pai cavalo ou pai jumento, haverá comunidade: são os dois filhos de égua. Como estão vivos, saudáveis, pelo brilhante, saltitam, andam bem alimentados, é porque mamam na égua. Quem mama n’égua, Mané!?
                 Mané Garrincha, Pelé, como é mesmo o nome deste jogador do Santos vendido há pouco para o Barcelona... Bem lembrou Markito, os espanhóis continuam levando o ouro da América. Deixa pra lá, começa com R, depois reaparece na tela da memória; se não, pergunto ao Google, atual depositário da memória de nós todos. Raimar, Riomar, rio deste riozinho desgarrado da memória esperando a reconstrução da ponte sináptica para passar ao seguinte neurônio. Deságue no mar, bingo: Neimar!
              Como ia dizendo, esses jogadores caíram nesta crônica como Pilatos, nada a ver com os modernosos pilates. Foram, são gênios, manés nós, com todo respeito às éguas, boas parideiras e criadeiras, sejam seus filhos burros de carga ou garanhões de bem avaliada progênie, testada nas vaquejadas da vida, uns e outros campeões, estando talvez por sorte de um ou outro lado do alambrado que separa o palco da torcida.
Aqui, ao invés de lá: lá o haras não vale tanto, vale mais o plantel; cá o Mané de Brasília custou tanto quanto valeu o Mané campeão. Mais que o nome, os Mané menos sortudos poderiam ganhar na esteira das manifestações de rua uma lasquinha fininha, tipo assim uma desoneraçãozinha tributária, zona, que alivie a carga de cinco meses por ano para três ou quatro. Talvez o Governo aprenda com chefes de família, a ajustar o que gasta ao que ganha, cortando até na carne! Ou... (Agassiz, 14/07/2013).



domingo, 8 de setembro de 2013

Começar de novo...







Um novo começo

"eu quero um novo começo de era, com gente fina, elegante e sincera..."
Finesse ou fineza como preferirem é algo bem desejável em qualquer relação interpessoal; quem suporta conviver com pessoas grosseiras, de péssimos modos? Sabe aquelas pessoas que vivem tirando meleca em público? Flatulando sem se importar com quem está do lado? Nãoooooooooooo, sabemos que todos esses inconvenientes nós fazemos, mas em locais próprios, longe dos olhos, porque vamos combinar, não é uma imagem legal pra ser exposta né?
Elegância já é algo mais subjetivo e dependendo da ótica em que empregado é um termo bem dispensável, mas se visto sob o ângulo do respeito às liberdades individuais, à privacidade, à intimidade...é um termo bem adequado e necessário.
Já a sinceridade é absolutamente imprescindível, sim, porque promove a liberdade de escolha. Não posso escolher a companhia de X ou Y, se simplesmente não sei quem são, ou penso que são outras pessoas, ante a mentira não há escolha. 
Eu tbm quero um novo começo pautado nesses pilares!

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Cássia Eller - O segundo sol



Relembrei essa semana dessa obra de arte que é o segundo Sol...aiiiiiiii que saudade de Cassia Eller!

terça-feira, 3 de setembro de 2013

A surpresa

Caixinha de Pandora




Não vá com muita sede ao pote, porque a água pode estar turva, ele pode estar vazio, ou ainda, a água pode ser salobra.
Quer arriscar? arrisque, mas saiba que ninguém está imune à frustrações.
Viva todas as emoções, sabendo que a vida é efêmera por sua natureza e nem sempre obterá satisfação plena em todos seus desejos.
Aguerre-se a você, seus projetos, seus objetivos, trace metas e as cumpra independente dos percalços. A única certeza na vida é que temos a nós mesmos.Tudo o mais é circunstancial e passageiro.
Não deposite em ninguém a responsabilidade de ser feliz, seja com o que tem e o que pode ter, porque as pessoas são uma caixinha de surpresas e às vezes a surpresa é que a caixinha é a de Pandora. Ninguém quer esse presente de grego, eu não quero.

sábado, 31 de agosto de 2013

Ele





Viajem nas estrelas

Cheguei bem pertinho do céu, quase toquei a barba de São Pedro. Não imaginava que podia fazer essa viagem em vida, mas fiz!
Quando você chegou eu tava apática quase totalmente sem vida...a vida ressurgiu e ainda me trouxe a surpresa: eu posso desfrutar de muitos prazeres!
Adoro tua cor; teu cheiro; teu vigor; tua criatividade...
Aiiiiiiiiii como é gostoso ficar em teus braços, sentir a força dos teus músculos comprimindo meu corpo...
Que bom que você chegou e me devolveu a vida, essa mesma vida que um dia foi lépida e fagueira, mas que estava sorumbática.
Você é meu ébano e eu sou tua súdita... Sou escrava de teus encantos, de teus trejeitos, de teus vícios; de teu cheiro; de tua autonomia...

Serei tua escrava meu Senhor, enquanto fores meu homem!

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Chegou!

Ele chegou!!! O amor chegou e veio pra ficar, sim porque quando vem a proposta é essa. 
Amar é curtir a vida com olhos de criança, é ficar feliz em qualquer contato por menor que seja, amar é!
Ser feliz é um estado de graça e quem ama conhece muito bem esse lugar...
Venham todos desfrutar dessa comunidade, olhem ao redor e vejam se naquele terreno aparentemente árido não há amor, acho que será bem surpreendente, o amor está em todos os lugares e se manifesta de todas as formas, mas na maioria das vezes não conseguimos ler suas insinuações.

domingo, 25 de agosto de 2013

Alegria agora...






Quando a vida é noite uma frase como essa nos causa estranheza...
Alegria??????????
De que será que estão falando?
Sabemos que nem tudo é o que parece ser, mas até compreendermos que momentos difíceis muitas vezes são preparação para a paz, a bonança, a calmaria , leva algum tempo.
Mas, com certeza, a alegria vem pela manhã...
Uma nova manhã, um novo amanhã, o momento em que o espírito estará pronto para receber o sol que volta a brilhar!