quinta-feira, 12 de junho de 2014

Quer respeito?




Decepção na relação amorosa clandestina

Que sentimento ruim concluir que todas aquelas emoções vividas tão intensamente foram levadas pelo vento e sabe porque? Por não terem raiz em si mesmas. 
Muitas pessoas, muitas mesmo, estão chateadas afirmando ter havido falta de respeito por parte do parceiro ou parceira com o qual mantêm relacionamento extra conjugal. A legislação humana, na maioria dos países ocidentais reconhece o casamento entre duas pessoas e a bíblia sagrada nos diz que "deixará o homem seu pai e sua mãe e apegar-se-á a sua mulher e serão os dois uma só carne". 
Temos visto atualmente uma grande soma de pessoas que aderiram aos relacionamentos clandestinos, por desilusões com seus cônjuges, por procura de novidades, por busca de aventuras, por complexo de inferioridade, por frustrações diversas, enfim, por vários motivos.
O fato é que geralmente concluem: ele ou ela não me respeita. Como poderia haver o tão desejado respeito, ao menos nos moldes em que afirmação é colocada, se a tal pessoa não respeita a si mesma? Ela assumiu um compromisso público com alguém e quebrou o pacto gente...
Quando afirmo que não há respeito a si mesma, quero demonstrar que alguém disposto a expor-se para outro em sua intimidade, cujo comportamento demanda sigilo, está colocando-se nas mãos do outro. Lembram de Sansão? Sim o personagem bíblico, perdeu sua força por tornar-se vulnerável a outro. O amor físico, trás prazeres incontáveis, difíceis de abandonar, contudo, trás também perda de autonomia. Quando esta entrega física se dá por via ilícita quer seja moral ou legalmente, implica em outras dependências. 
Queremos respeito? Respeitemos a nós e ao outro. Pois já diz a oração de são Francisco de Assis: é dando que se recebe.

sábado, 17 de maio de 2014

Constatação





Qual o destino?

Qual o destino de nossa sociedade? Que valores são reais, são princípios? Em que estamos pautando nossa conduta? Essas indagações são processadas ao sabor dos últimos acontecimentos; sabor amargo. 
Vivemos na semana passada, momentos de selvageria praticados por pessoas consideradas de boa índole e acima de suspeitas, infelizmente foi uma grande decepção: vimos cenas inacreditáveis; famílias inteiras, incluindo crianças saqueando estabelecimentos comerciais. 
Pessoas ditas honestas, decentes aproveitando-se de um lapso de tempo onde aparentemente estavámos desprotegidos, para impetrar ações vândalas e delituosas.
Nesse contexto cabe perguntar: Quais são nossos valores? São realmente nossos ou não passam de falácias introduzidas à força da lei e que ao leve pressentimento de supressão de uma força coercitiva já não mais existem? Deus existe? Se existe quem é?
É certo que o Estado é laico, mas a despeito disso vemos crescendo a passos largos o cristianismo em suas vertentes católica e protestante. 
Se nos falta a força jurídico-política não seria coerente que nos sobrasse a força religiosa-moral? 
Lamento que sejam tão frágeis as convicções religiosas e os ensinos morais aprendidos em família. Estamos em um contexto de total ausência de princípios. Forçadamente temos que mais uma vez concordar com a bíblia, ainda que não queiramos transformar nosso discurso em pregação, não há como negar: o mundo jaz no malígno. Esse mundo tão próximo; o nosso bairro, a nossa cidade, o nosso estado, a nossa nação.

Mãos do oleiro




Vida Nova

 Que desejo forte esse de ambicionar uma mudança radical; de hábitos, valores, conceitos morais, religiosos. Que desejo enorme de rever posturas.  Sabemos que a mudança é inerente ao ser humano e por isso necessária. Sou amante incondicional da liberdade. A liberdade de "abraçar e afastar-se de abraçar", parafraseando a bíblia. Esse ato declarado no livro de Eclesiastes sintetiza o que estou falando: mudanças são possíveis e necessárias. Ai daquele ser que bate o pé e diz que daqui não saio, daqui ninguém me tira. O mundo exige flexibilidade para o enfrentamento das condições adversas.Cada dia confirmo mais que a bíblia é que tem razão quando declara que Deus nos deu o livre arbítrio. Presente que mais nos traz responsabilidade que deleite, somos compelidos a pensar nossas escolhas de modo que tragam-nos felicidade.
Desejo vida nova, pautada em valores cristãos e orientada pela sabedoria divina. Quero entregar-me aos cuidados do mestre para que minhas atitudes reflitam meu novo caráter: nova criatura!

sábado, 3 de maio de 2014

Clama povo de Deus!




"E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra."
(Bíblia Sagrada) 2 Crônicas 7:14


O Brasil está repleto de notícias tristes: inflação alta, violência, catástrofes naturais e também aquelas fruto da intervenção do homem em seu habitat, famílias desfeitas, drogas ceifando a vida de jovens, políticos corruptos, prostituição, promiscuidade, toda a sorte de maldições.
O Brasil é a nossa casa! 
Estamos permitindo todo o mau em nossa casa, está se abancando, dorme em nossas camas, estamos inertes, quem nos fará justiça? 
A bíblia sagrada nos diz que o mundo jaz no malígno está morto! 
Contudo a palavra de Deus diz que Jesus foi o cordeiro imolado para nos dar vida e deu. 
Povo de Deus, desperte desse sono e receba a vida que há em Cristo Jesus! 
O Brasil é um país de cristãos, vemos mega-eventos sendo divulgados diariamente, pessoas que sobem ao palco para cantar, pregar e adorar a Deus. 
Por quê continuamos mortos? Por quê estamos em estado de sobrevida? 
Simples, estamos acomodados aguardando que o governo mude essa história, que o outro faça aquilo que devemos fazer, o quê devemos fazer?
Viver os ensinamentos de Jesus: a honestidade, a bondade, a santidade, a paz, a mansidão, a alegria, a temperança, sobretudo o amor!
O amor verdadeiro pelo próximo, desprovido de sensualidade e repleto de perdão.
Amar ao próximo é apenas ter empatia, é desejar e fazer a ele o queremos que seja feito por nós. Amar de ações e não de verbalizações. 
Se o povo que se diz de Deus viver dessa forma; sem trair, sem roubar, sem matar, sem fofocar, sem desejar o mau, sem ser pedra de tropeço, sem mentir, sem se prostituir, sem ser promíscuo, estará proclamando o amor de Deus.
Povo de Deus precisamos nos humilhar, orar, buscar a face de Deus, buscar os bons caminhos para que ele salve nosso país, nossa família, nossa casa.
Precisamos entender que esse quadro triste em que se encontra o Brasil não é pra ser aceito por nós, devemos dobrar nossos joelhos e clamar pela misericórdia de Deus. Contudo, antes, devemos ser benção para nosso próximo. Ele nos ouvirá e então teremos um Brasil digno de nossas próximas gerações. A violência se acabará, em todas as suas formas. 
O Brasil estará vivo, usufruindo as bençãos de Deus!




domingo, 6 de abril de 2014

Ele, o Eu Sou



Espírito Santo

O que entendo sobre espírito santo? Nada ou quase nada...
só sei sentir a grande paz, a esperança que envolve minha alma.
É a presença do espírito santo? Creio que sim, pois me conduz a pensar no poder de Deus, do Deus em que creio. 
O ser amoroso, misericordioso e infinitamente grande, aquele que tomou sobre si a minha dor e a tua dor.
Aquele que diz em meu ouvido: não temas, estou contigo e logo vejo a angústia ir embora, os problemas sendo resolvidos, o sol nascer e se por e tudo em perfeita harmonia, sem atropelos.
Só posso concluir que é o espírito santo, um espírito especial, separado, porque santo!
Não há dor eterna e tampouco dor que não nos ensine, a dor é sobretudo pedagógica. Enquanto a sentimos não, apenas dilacera, mas quando vai embora deixa-nos melhores, maiores, moldados. 
Sim é o espírito de Deus que nos cuida com amor, que nos polpa e que se revela quando clamamos por ele. 
Vivemos em um século em que o enfoque é a matéria, o espírito é coisa de fanático...que perda irremediável!
Deus quer apenas nos contemplar com um presente pessoal e inalienável: sua presença constante e sua paz inigualável.
"...e recebereis poder ao descer sobre vós o espírito santo..."
(Bíblia Sagrada).


sexta-feira, 21 de março de 2014

Maturidade/Amor



O Amor da Maturidade

A idade é um grande aliado em todos os aspectos do desenvolvimento humano, é o momento em que tudo se encaixa - as angústias de outrora começam a ser vistas com outros olhos, percebe-se serem prenúncios de situações que viriam, certamente, mas que para isso precisava-se de alicerce.
Bem assim é o amor na idade adulta; não mais o arroubo juvenil onde boca, nariz, olhos e bumbum eram o tema principal. Há outras expectativas, há outras visões. Há espaço para um corpo já gasto, nem sempre tão esbelto ou nada esbelto...kkkkkkk. Há espaço para empatia, para tolerância, para discordância, para reservas, para respeito à privacidade do outro. Os insuportáveis pits por conta de minitudes simplesmente desaparecem, por absoluta falta de espaço. É o grito de liberdade, é o pronunciamento do eu-livre, do-eu lírico, do eu-te amo e do eu-me amo!
O amor maduro é bem menos cansativo, bem mais resolvido e bem menos caro.
É um amor que paga suas contas, nada fica a dever, é o amor que não quer e nem pode mais esperar, é o amor que urge, simplesmente tem pressa de ser. É um amor sólido, não conhece volatilidade. É o amor consolidado, forjado há anos e executável agora. Já!


domingo, 16 de março de 2014

Espelho espelho meu...




Estar tranquilo quando tudo parece desmoronar é um estado de paz espiritual. A dor vem em várias nuances, às vezes uma decepção amorosa, uma situação de privação financeira, uma enfermidade, uma perda de um ente querido, uma ausência...tudo nos conduz a acreditar que não tem mais jeito.
Engano, ledo engano, há jeito sim e esse jeito está em nós. Somos mais fortes que imaginamos, fomos dotados de força ao nascer. Brigamos aguerridamente pra vir ao mundo, isto já é prova de nossa força.
Será decepção que nos deixará prostrados? Doença então? Nãooooooooooooooo!
Queremos sobreviver para então vivermos um estado elevado de estima e convívio social. Segredo? Tem não. Lembro-me que durante anos todas as vezes em que perdia algo ou sentia-me humilhada e triste corria para frente de um espelho e me auto avaliava, não antes de chorar rios, é claro. Mas sempre funcionava. Saia dali vendo uma mulher forte e capaz.
A situação mais triste que lembro ter vivido diante do espelho foi quando abandonada com um bebê no ventre...Aiiiiiiiiiiii que dor lancinante! Lembro que chorei horas e o espelho não me mostrava uma mulher forte, ao contrário, só via alguém fraco, suplicante. Olhos inchados e nariz escorrendo e o espelho? Filme de terror, parecia dizer-me: você é um verme, tanto que alguém te deixou nessa situação; logo em seguida o ouvia dizer-me: feiaaaaaaaaa, gordaaaaaaaaa, problemática...
Acho que foi ai que o olhei de frente e disse: quem é você? Acha que pode me manipular? Nãoooooooooooo! Não sou nada disso. Quem me deixou é o verme. Não sou feia, estou um pouco descuidada, mas darei um jeito nisso. Estou gorda, afinal sou dois e isso é bom, há dois corações, devo ser mais forte. Não sou problemática, tenho um problema pra resolver, só isso. Quando resolvê-lo não terei mais.
Tudo isso aconteceu em frente ao espelho em várias sessões de análise. 
Hoje estou rindo ao escrever esse post. E querem saber? Confirmei tudo que proferi naqueles dias tenebrosos em frente a meu amigo espelho. 
Sou bonita, menos gorda, problemas do cotidiano (todos administráveis) e o cara continua sendo um verme. kkkkkkkkkkfoi grátis.