sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Carecer ou ser?



Olá gente amiga!
Faz um tempinho que não nos vemos e eu tava tronchinha de saudades.
Vamos conversar um pouquinho? Pois é, senti falta de nossos diálogos, ou seria melhor monólogos?kkkkkkkkkk
Enfim, vamos ao que interessa. Andei pensando sobre o que significam decisões circunstanciais. O quêeeeeeeeee? Sim, aquelas que tomamos achando que serão as mais acertadas e blábláblákkkkkk
Sabem o que descobri? Tudoooooooooooo, absolutamente tudo é mutável, até nossas maiores certezas. Porque? Porque só têm garantia de certas, no momento presente. Depois vem a chuva, o sol, o ar, o mar, o vento...toda espécie de intempérie e já era.
Onde estava tanta segurança? Tudo é construção. E todos sabemos, não se constrói do teto para o alicerce, a ordem é inversa. Da mesma forma não se deve decidir no calor das emoções, ainda que uma "puta" carência o induza. Desculpem o termo chulo, mas é justificável devido ao estrago que ocasionakkkkkkkkkk.
Ser é um imperativo constante, estar é meramente circunstancial.
Não creio que haja fórmula prescrita para que se evitem tais danos, contudo creio que auto conhecimento, poderá frear alguns impulsos. Falo sobre os impulsos que acarretam danos a terceiros. Por que o impulso que provoca em nós uma torrente de emoções, das quais os beneficiários sejamos nós, esses, devem ser valorizados e até estimulados, afinal não somos máquinas pré programadas.
É isso, vamos viver e amar com empatia.
 

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Enfrentando os instintos ao estilo Cleopatrez


Sem dúvida a vida é um grande aprendizado, vivendo se aprende lições boas e ruíns. Ontem aprendi  mais uma lição: a vida é uma selva de pedra. Vivemos em tempos de liberação, de instintos e de impulsos. O que será dos sentimentos? Há mesmo espaço nessa selva para manifestações humanas que não sejam meramente instintivas? 
Hoje tudo se explica ao sabor das teorizações fatalistas. Mulheres, homens são caçadores por excelência e nós somos caças! Uiiiiiiiiii, essa é a parte que nos cabe nas relações inter pessoais. Não ousem ser sentimentais, isso é um crime, um pecado capital sobre o qual verão as mais rígidas sentenças.
Não importa o que nós queiramos, essa é a sentença. Eles querem usar e abusar de seu arsenal de guerra para empreender as mais difíceis conquistas e uma vez obtido o êxito, acabou a missão. 
Não se contentam com mulheres lindas e digamos: ignorantes, isso é sem graça, desestimulante...
É amigas, a conquista tem que ser árdua, tem que fazer suar. Querem o inacessível, o diferente. Querem as que raciocinam, que oferecem resistência, que argumentam, que impõem limites e pra quê? Pra se sentirem especiais. 
Isso tudo é um jogo; bom, gostoso, prazeroso para os dois, mas seu final é duvidoso e muitas vezes doloroso para a presa, por que no contexto selvático dos tempos modernos, o nosso cavalheiro já inicia sua incursão sabendo que será apenas isso, vitória na conquista. A caça? o que tem ela? Foi abatida, está entregue. Já alcançou seu prêmio: foi conquistada por um lindo cavalheiro, totalmente instrumentado. Usufruiu de belos e inesquecíveis momentos. O que mais poderá querer? Continuidade? Ai já é luxokkkkkkk.
Acaso não percebeu que o cavalheiro trazia consigo uma família real? Ai que impaciência! Era óbvio demais e só ela não percebeu? - Não chore, por que isso me irrita!
Em tempos de selva, ou seja pedrador ou seja presa. Aceite. Vamos parar com babaquice, amadureça!
Toda essa narrativa ouvi de um cidadão, que conhece bem o espírito da selva por conviver com muitos caçadores. E é assim que funciona. Mas porquê? Não sei, só sei que é assim.
São visões fatalistas, mas reais. 
E ai vai desistir de viver? Nãooooooooooo! Aprenda o jogo. Mostre pra os cavalheiros andantes que uma presa pode também ser um predador, porque dor também se aprende. 
Marco Polo ensinou como conquistar. Nós mulheres aprendemos a ser conquistadas e é só? Não!!!
A história continua e se refaz, alguém falou com muita propriedade que um dia é da caça, outro do caçador. Invertamos os papeis e acreditemos que o fatalismo histórico pode ter seus dias de alternância. Porquê ainda existem rainhas ao estilo de Cleópatra, eu creio!

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Empreste-me os ouvidos


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Genteeeeeee! Hoje vim falar de algumas coisas ácidas, tentando torná-las menos, se é possívelkkkkkkkkkk
Sabem quando você abre seu coração e fala abertamente do que sente? Sabe aquele interlocutor que te ouve desinteressadamente? Ou que já está com os argumentos na "manga", não importa o que você diga? Esses, esses são o protótipo da verdade absoluta. Não há quem os demova e sabe por quê?
Porque não nos escutam, não estão interessados, a eles importa apenas suas verdades que, já vêm embaladas pra pronta entrega.
Fala ai pra esse pessoal, que quando você expõe seus sentimentos você está falando de você e não deles ou do alvo de seu amor ou ódio. O que um e outro fará com o conhecimento da situação não mudará seu estado. Se for paixão, continuará ali, se amor, continuará ali, se mágoa, continuará ali e sabe por quê?
Porque só você pode decidir o que fará com o sentimento que lhe é próprio. Se você afundar? Se você voar? São possibilidades, que só você pode escolher.
Então gente, o resumo da ópera é: empatizar é colocar-se no lugar do outro, sentir sua dor e só. Qualquer decisão acerca das soluções para o caso em questão, não poderá ser tomada pelo ouvinte, isso seria intromissão, invasão da esfera privada do outro. 
E não tem essa de ficar com raivinha não, é babaquice. Muitas vezes não damos conta de nossos problemas, daremos dos problemas que não são nossos. Emprestar ouvidos é uma arte, a arte de escutar sem confundir. Não se deve confundir o "paciente" e nem se confundir. Escutar é sobretudo, desenvolver a arte da empatia.

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Agradecimento de blogueira


Queridos amigos visitantes, final de ano chegando, muitas histórias vividas juntos e muito desejo de dar continuidade em 2015.
Estarei aqui novamente se papai do céu permitir, para juntos sonharmos com paisagens, pessoas, viagens, seres abstratos e concretos, para enfim, dar margem a nossa imaginação.
Quero agradecer-lhes a fidelidade em um ano e meses do blog. Agradeço-lhes a paciência em ler textos em que encontram identificação e textos totalmente estranhos a suas realidades, com carinho e dedicação. 
Espero que no próximo ano estejam menos tímidos e interajam comentando, quer seja concordando ou não, com meus escritos. São criados por e para vocês, por isso anseio ouvi-los.
Não tenciono pressioná-los com meus reiterados pedidos por interação, quero mesmo que sintam-se à vontade. Sei que alguns querem compartilhar suas visões e se abstêm por algum motivo bem particular. Saibam que todos, sem exceção, terão respeito e muito carinho ao expressar o que vai em seus corações e mentes. Temos um canal democrático, democrático mesmo, sejam livres para opinar sem a preocupação de serem retaliados caso discordem dos textos ou de aspectos deles. Meus amigos têm toda a liberdade de se contrapor, aqui não há uma verdade absoluta, somos todos portadores de verdades particulares e passíveis de contraposição.
No demais, queridos, desejo a todos vocês um final de ano repleto de alegrias e um ano novo cheio de realizações, onde suas aspirações se realizem e que consigam contribuir consigo e com os outros em um crescimento contínuo.
Feliz Natal e Próspero ano novo!

domingo, 14 de dezembro de 2014

Esse tal de amor...


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O amor é tão inexplicável quanto surpreendente. Nos faz retroceder, avançar, parar, correr... Causa uma verdadeira revolução em nossos sentidos e hábitos. O amor cura a timidez e faz rever conceitos e valores. Somos heróis e vilões em um passe de mágica. Somos coerentes e contraditórios num espaço diminuto de tempo. A única certeza que temos é: amar é condição sinequanom, não importam os modos, não importam as convenções. Tudo que importa é se amo e se não me perco de mim. Quanto mais reafirmar nossa essência mais legítimo. Não há dúvida, seja qual for a situação, nos preenche.

sábado, 13 de dezembro de 2014

O amor à pena


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Compulsão pela escrita é o termo para descrever um escritor. Sim, compulsão.
Solidão, tristeza, depressão, alegria, euforia, ativismo, comodismo, etc são elementos capazes de fazer moer a máquina produtora de letrinhas.Todos os eventos são suficientes para gerar um texto. Não importa se dinâmicos ou inerciais, serão sempre o motor que fará funcionar o universo das ideias e que fará uma revolução no cotidiano.
Saudade...aiiiiiiiiiiiiiiii a saudade é um grito em direção ao manuseador de sígnos linguísticos capazes de produzir uma compilação textual.
Paixão...que palavra deflagradora essa, não sei se pelo significado um tanto místico ou pelo potencial romântico que lhe é inerente, mas o fato é que não tem erro, bingo! É texto na certa. Um escritor jamais resistirá a esse tema, quer seja por si ou por outros. Ele se apropriará de sentimento alheio, não tenha dúvida, falará com toda intimidade sobre a paixão de alguém como se estivesse falando sobre si. Mas se o caso versar sobre sua própria paixão, ninguém irá conter a torrente de águas que jorrará dessa fonte.
Serão ensaios filosóficos, ideológicos, psicológicos e todos os "ógicos" possíveis em um idioma.
Será uma tal emanação que atrairá até mesmo os céticos sobre o assunto.
Falar sobre o "príncipe" de sorriso largo e de dentes travestidos de luz, será para um escritor a própria ribalta, um enlevo quase sexual. Não! Não há como conter um tão apaixonado e eloquente descritor de tais emoções.
Não se iludam, todos os temas são passíveis de floreios e expressões empolgantes, até mesmo a morte.
Um escritor abre sua alma e revela também almas alheias, expõe sua intimidade e a intimidade do vizinho com tal devoção que não haverá o risco de taxá-lo de invasivo e explorador das emoções que não lhe dizem respeito. Tudo é seu, no universo da escrita. Tudo lhe pertence e ele dedica-se a seu mundo e seus bens de forma incondicional. Enquanto escreve transmuta-se, esquece suas dores, suas alegrias, suas fraquezas e suas forças e reveste-se em um contador de histórias. Histórias reais ou imaginárias, mas todas verdadeiras em sua ótica.
Um escritor também ama, ama seu mundo, sua noção de espaço, seu amor/homem/mulher, sua família, seus amigos, sem contudo, deixar de amar sobremaneira sua pena. Seu instrumento de trabalho e lazer, seu motivo de viver. 
Um escritor sofre a via crucis diária de ter que definir o que seja real ou virtual, pois em seu mundo tudo é palpável, tudo é concreto, tudo é amor e tudo é vida.

Um peixe num aquário e aquário num peixe


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Li ainda a pouco em um blog sobre a compatibilidade entre os signos de aquário e peixes. Achei engraçado porque dentro de uma racionalidade bem lógica, peixe já está intrínsecamente ligado a um aquário ou melhor, um aquário está irremediavelmente ligado a peixes, do contrário qual sua funcionalidade?
Descobri que a personalidade aquariana tem mesmo muitos elementos que combinam com a personalidade pisciana. 
Ambos são contemplativos e desapegados da matéria. Ambos são sonhadores, apegados aos prazeres sexuais, admiram intelectualidade, um bom papo e não se prendem a ninguém sob promessas de amor eterno. Sabem que o amor deve ser doado com intensidade e vivido até o limite em que seja bom para os dois. Sabem que uma convivência conflituosa ou de aparências não satisfaz suas almas.
Aquário por sua vez, é mais enfático em relação à verdade; peixes mais flexível, acredita que verdadeiro é o sentimento, ainda que precise "escapar" de vez em quando, não estará havendo falta com a verdade.
São visões diferentes e passíveis de entendimento, contudo, não fogem ao campo da compreensão e podem perfeitamente ser trabalhadas em prol de um objetivo comum. 
Sou mesmo apaixonada pela personalidade aquariana, não poderia ser de outro sígno. Também estou completamente apaixonada pela personalidade pisciana. Entendo que a vida deve ser leve e negociada, nunca inflexível e sem voltas. O caminho que traçamos ora avança e ora retroage e isso, não necessariamente, gera mutilações.
Se não fere a essência é porque não é nocivo, é apenas ajustável.