sábado, 17 de maio de 2014

Constatação





Qual o destino?

Qual o destino de nossa sociedade? Que valores são reais, são princípios? Em que estamos pautando nossa conduta? Essas indagações são processadas ao sabor dos últimos acontecimentos; sabor amargo. 
Vivemos na semana passada, momentos de selvageria praticados por pessoas consideradas de boa índole e acima de suspeitas, infelizmente foi uma grande decepção: vimos cenas inacreditáveis; famílias inteiras, incluindo crianças saqueando estabelecimentos comerciais. 
Pessoas ditas honestas, decentes aproveitando-se de um lapso de tempo onde aparentemente estavámos desprotegidos, para impetrar ações vândalas e delituosas.
Nesse contexto cabe perguntar: Quais são nossos valores? São realmente nossos ou não passam de falácias introduzidas à força da lei e que ao leve pressentimento de supressão de uma força coercitiva já não mais existem? Deus existe? Se existe quem é?
É certo que o Estado é laico, mas a despeito disso vemos crescendo a passos largos o cristianismo em suas vertentes católica e protestante. 
Se nos falta a força jurídico-política não seria coerente que nos sobrasse a força religiosa-moral? 
Lamento que sejam tão frágeis as convicções religiosas e os ensinos morais aprendidos em família. Estamos em um contexto de total ausência de princípios. Forçadamente temos que mais uma vez concordar com a bíblia, ainda que não queiramos transformar nosso discurso em pregação, não há como negar: o mundo jaz no malígno. Esse mundo tão próximo; o nosso bairro, a nossa cidade, o nosso estado, a nossa nação.

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