sexta-feira, 12 de julho de 2013

Venha depressa







Tenho visto seus sinais de fumaça...mas gosto mesmo é de fogo. Acenda a fogueira do seu coração, do seu corpo e me aqueça. Sei que prefere as entrelinhas, eu não. Quero o enfrentamento, o corpo a corpo, quero o regaço e também o frenesi. Quero o movimento, muito suor...Depois de tudo ai sim, a calma recompensadora, a voz do silêncio; do corpo e da alma.
Venha, venha depressa, se achegue em meu aconchego. Selemos esse pacto de fantasia e avidez, nos embriaguemos nesse vinho de sofreguidão e urgência, sejamos eu e você, mas sejamos também nós em um momento de encontro avassalador. Não se demore em sua incerteza pois a vida tem pressa, porque o tempo é constante...

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