Bagunçou...mexeu, inventou uma nova situação mas continua impassível, Exuperi afirmou em seu Best Seler que "tu és responsável por aquilo que cativas"; será? Podemos mesmo exigir do outro que por exalar seu perfume assuma as consequências pelo encantamento que cause a outrem?
Não seria enamorar-se um risco previsível? Garantia? Nunca a teremos, não há garantia de correspondência e nem de durabilidade nas relações inter pessoais. Há indícios, que podem ser lidos por um observador arguto, há manifestações verbais e corporais que expressam correspondência, contudo, não poderíamos afirmar que a responsabilidade de manter um relacionamento é daquele que "insinuou-se ao outro".
Nossos sentidos estão prontos a captar sinais de empatia, eles sim, nos fazem frágeis, vulneráveis ao encanto do outro. Devemos mesmo é conhecer nossas potencialidades e fragilidades para não sucumbir aos apelos insistentes de nossa carência afetiva e depois lançar sobre nosso eleito a responsabilidade de corresponder.
"Quando o amor toca o coração..." Ah! quando isso acontece, simultaneamente, para os envolvidos é o ápice, só alegria, mas quando ocorre só para um, apesar da frustração deve-se aproveitar a oportunidade pra reiventar-se. Afinal, são seus hormônios e psiquê gritando: tô vivo!
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