Que palavras seriam suficientes para satisfazer o orgulho ferido de alguém? Há mesmo signos capazes de dar conta de um universo tão individual e subjetivo?
Sempre teremos áreas não abrangíveis, pois constituem a intimidade, aquele lugar que por mais que demos acesso, ainda serão inexcrutáveis, pela existência persistente de recônditos secretos.
Não se admitem subrogados nessa matéria, pois quem os haveria de constituir se é um direito potestativo?
Há dores que são particulares, compõem o patrimônio pessoal e são por sua natureza intransferíveis, cabendo a seu titular recursos próprios que vão da sublimação à retórica, conforme o grau, a urgência e a personalidade.
Escuridão não é ausência de luz e sim de auto conhecimento!
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